Rubio Alencar - Futebol - Preparação Física e Treinamento Técnico-Tático


Creatina Quínase (ck) e Esportes


A Creatina Quinase (CK) é uma enzima intracelular, ou seja, está localizada no interior da fibra muscular. Quando se realiza exercícios físicos, especialmente com ações excêntricas não-habituais (ações excêntricas recrutam menos fibras musculares do que ações concêntricas), pode-se causar micro-lesões nas fibras musculares. Essas Microlesões provocam o “extravasamento” da CK de dentro para fora da fibra muscular, sendo esta enzima detectada no sangue (plasma).

Hoje em dia está se tornando comum o monitoramento do estado de treinamento do atleta através do uso desta enzima, especialmente em jogadores de futebol. Recentemente, em uma reportagem ao programa globo esporte, foi mencionado que o Corinthians utiliza a CK para monitorar o desgaste físico dos atletas.

Além do Corinthians, vários outros clubes também utilizam a CK com esse intuito. Porém, deve-se ter cautela quanto a utilização deste e de outros marcadores de desgaste físico, pois existem muitas variáveis relacionadas a utilização desta enzima como marcador de treinamento.

O primeiro passo é detectar qual é o valor basal desta enzima em cada atleta, ou seja, deve-se fazer uma coleta de sangue antes do início da temporada, pois só assim se pode “comparar” os resultados da CK em uma fase de treinamento intensa.

Os valores de CK não devem ser comparados entre diferentes atletas, pois existe uma grande variabilidade entre indivíduos diferentes. Ou seja, dentro de um grupo homogêneo de atletas que pratiquem o mesmo esporte, tenham a mesma idade e estilo de vida, a CK pode variar muito de indivíduo para indivíduo.

Como exemplo, durante meu mestrado, nós fizemos o acompanhamento de uma equipe feminina de vôlei, utilizando a CK como um dos marcadores de treinamento. As meninas moravam juntas, treinavam e estudavam juntas e tinham uma alimentação bem parecida, mas mesmo assim existiam grandes diferenças nos valores basais de CK entre elas, sendo que algumas possuem valores inicias de CK por volta de 50 U/L, enquanto outras apresentavam valores basais de aproximadamente 200 U/L.

Valores elevados de CK são encontrados após a realização de um protocolo de exercícios intensos, ou durante um período de treinamento intenso em atletas de alto rendimento.

Estudos têm demonstrado aumentos da CK após a realização de uma sessão de exercícios resistidos e/ou treinos específicos em vários esportes. De uma maneira geral, a CK tem seu pico (valores máximos) após 48/72 horas da realização de exercícios intensos, demorando em média 7 dias para retornar a valores basais.

O não conhecimento deste fato talvez seja um dos principais motivos de erros na interpretação dos resultados desta enzima. Muitas vezes o fisiologista entende que os altos valores de CK são em decorrência de um quadro de desgaste físico, porém esses valores elevados podem ser uma adaptação “natural” da ultima sessão de treino (efeito da sessão aguda) e não de um estado de treinamento. 

SUGESTÕES DE LITERATURA
BARQUILHA, Gustavo., e Colaboradores. Characterization of the effects of one maximal repetition test on muscle injury and inflammation markers. WebmedCentral PHYSIOLOGY, v. 2, p. 1-8, 2011.
BARQUILHA, Gustavo., e Colaboradores. Treinamento crônico de força em atletas profissionais de hockey in line: estudo da lesão, inflamação e força. Revista de Educação Física, 2009. v. 147. p. 77-77.



 Escrito por Rubio Alencar às 15h19 [] [envie esta mensagem] []






Desequilíbrio muscular no futebol

Diversas manifestações de equilíbrio estão constantemente presentes no jogo de futebol. Esse esporte possui, na sua essência e estrutura, uma característica que se determina pelo equilíbrio entre a ordem e a desordem, o conhecimento e o desconhecimento. Nesse mesmo conceito, para uma ideal prática desportiva, temos a importância da manutenção do equilíbrio dos músculos agonistas/antagonistas de diversas articulações do corpo humano. Um exemplo está na manutenção da razão entre a força muscular dos extensores/flexores do joelho. Fator esse essencial a fim de se buscar uma excelente forma física e tornar mínimos os riscos de lesões para o atleta de futebol. Assim, o escopo dessa revisão está em expressar a importância do equilíbrio muscular nos aspectos de treinamento desportivo, na razão entre flexores e extensores de joelho e na avaliação do atleta de futebol. 


 Introdução

No decurso da sua existência, o futebol vem sido ensinado, treinado e pesquisado em torno de diferentes perspectivas, nas quais estão implícitas distintas abordagens e concepções dessemelhantes com relação ao conteúdo do jogo e das peculiaridades dos métodos no processo ensino-treino (GARGANTA, 1997). Dentre essas diversas possibilidades de interpretação do futebol, há uma constante ocorrência de situações que oferecem risco ao atleta. O não cuidado com detalhes e particularidade no processo de treino-aprendizagem pode conduzir o atleta a um estado crítico ou iminente a lesão. Silva et al (2005) afirmam que o futebol é responsável pelo maior número de lesões desportivas do mundo. Estima-se que essas lesões são responsáveis por 50 a 60% das lesões esportivas na Europa e que 3,5 a 10% dos traumas físicos tratados em hospitais europeus são causados pelo futebol. Dentre as causas pode estar o desequilíbrio entre músculos extensores e flexores, principalmente da articulação do joelho.

Equilíbrio é um conceito relacionado ao estado de um sistema (conjunto de elementos interconectados harmonicamente, de modo a formar um todo organizado) ou mais sistemas no qual não ocorrem mudanças no total que possam ser observados claramente, ou seja, no qual cada alteração está compensada por outra complementar.

O conceito de equilíbrio funcional da estrutura musculotendínea reflete um parâmetro importante na adequada realização da pratica de esportes (Terreri, 2001). Por causa de prevenção de lesão, toma-se o cuidado em controlar a razão da força muscular em articulações, como o joelho. Este que se caracteriza como a articulação que mais sofre lesão no futebol. O joelho, por ser uma estrutura altamente solicitada e exposta a traumas (freqüentemente lesado), sendo a ruptura do ligamento cruzado anterior uma das lesões mais comuns. A evolução natural das lesões ligamentares pode afetar a prática do esporte competitivo e o correto diagnóstico e tratamento destas lesões podem proporcionar um retorno do atleta ao seu nível prévio de atividade.

 

Treinamento físico de alto rendimento

Uma das grandes mudanças ocorridas durante a evolução do futebol está na condução do treinamento físico. Dentre essas grandes mudanças encontramos o incremento e a utilização do treinamento de força na sala de musculação. A fim de se buscar um atleta forte, explosivo e capaz de suportar as distintas cargas impostas, sobre ele, no jogo de futebol. Porém acabamos “fascinados” com as possibilidades de acréscimo na força do atleta que por ventura, ou falta de instrução, acabamos esquecendo os riscos que uma má periodização ou metodologia aplicada pode causar para com o mesmo. Dentre outros, temos o desequilíbrio entre os músculos extensores/flexores do joelho, causado por métodos de treinamento que não são construídos à luz de preceitos científicos.

O atleta de futebol, por características de sua modalidade, necessita ter elevada potência nos membros inferiores, a fim de proporcionar uma grande capacidade de força explosiva e aceleração. Além disso, ter que executar com propriedade diversas habilidades motoras como: saltar, chutar, passar, etc. Há a necessidade, portanto, de se “obter” um atleta com o quadríceps potente para superar as demandas físicas da modalidade. Sendo nesse ponto, talvez, que preparadores físicos se alicerçam quando escolhem aparelhos que enfatizam basicamente, ou apenas, o músculo de extensão de joelho. Esquecendo do seu antagonista, os isquiotibiais. Criando, assim, um desequilíbrio entre a força produzida para estender e flexionar o joelho.

No entanto, tem-se a necessidade de isquiotibiais fortes o suficiente para suportar uma grande força excêntrica causada pelo seu antagonista no momento da extensão do joelho. Como em movimentos de chute, arrancadas, velocidades, etc. Por isso a obrigação de uma musculatura de isquiotibias bem desenvolvida, a fim de se prevenir lesão musculares (distensões, rupturas de ligamentos,...).

Portanto, devemos ter cuidado em escolher os exercícios e os aparelhos de musculação corretos, para proporcionar um treinamento ideal. Ao determinar exercícios de cadeia cinética aberta, precisamos ter o cuidado em escolher aparelhos que proporcionem torques de resistência, de certa forma, específicos com relação as exigência muscular que a partida de futebol determina. Com isso, os exercícios na sala de musculação produziram o mesmo toque, ou seja, o torque máximo ocorrerá no mesmo comprimento muscular que os movimentos do esporte estabelecem.

A característica da roldana a ser utilizada, principalmente para as articulações do joelho e do quadril, deve representar a mesma exigência, com relação ao comprimento muscular, que o futebol determina. Deste modo, fornecer o mesmo torque de resistência que o movimento no desporto oferece, evitando o desequilíbrio muscular. Roldanas que produzem, por exemplo, torques de resistência crescente não são recomendadas para o aparelho de flexão do joelho. Pois os isquiotibiais necessitam ser expostos a maiores cargas no seu maior comprimento muscular, ou seja, no início do movimento e/ou no final da extensão do joelho.  A fim de se prevenir o seu encurtamento, distensões e a excessiva translação anterior do fêmur (ruptura do LCA). Por outro lado, roldanas que produzem torque de resistência decrescente, não são indicadas para o aparelho de extensão de joelho. Visto que o comprimento muscular mais exigido no quadríceps é no final da extensão, para movimentos como chutar, saltar e arrancar. Além de se ocorrer uma maior estabilização da patela nos últimos 30° de extensão, por causa de um fortalecimento maior dos vastos (mediais e laterais) a partir dessa angulação.

O equilíbrio entre quadríceps/isquiotibiais torna-se um dos principais cuidados, junto com o tipo de roldana, que se deve ter na utilização dos aparelhos de musculação no futebol. A razão entre esses dois grupos musculares se torna um indicador de futuras lesões nos mesmos, tanto para distensões como para ruptura de ligamentos. Lesão essa constantemente presente no futebol. Nesse desporto, observa-se a ruptura do ligamento cruzado anterior quando o quadríceps é fortemente contraído (após um salto, chute no vazio,...). A sua ruptura pode, igualmente, ocorrer nos entorses de joelho, por exemplo, quando ocorre a rotação do joelho com o pé fixo no solo. Por isso, a necessidade de se buscar e controlar o equilíbrio dos músculos flexores e extensores do joelho.

 

Razão em extensores/flexores do joelho

Uma simples divisão entre o valor do agonista e do antagonista, seja relacionado ao pico de torque, potência ou a força máxima, expresso em percentagem pode nos fornecer o grau de equilíbrio do atleta. Deste modo, representa a proporção entre os grupos antagonistas/agonistas. Mostra-se útil nos indivíduos que tiveram lesão do aparelho locomotor (TERRERI, 2001). Por exemplo, no joelho a relação entre o pico de torque dos flexores/extensores está por volta de 60% (TERRERI, 1999). Portanto, a diferença entre os extensores (mais fortes) e os flexores (mais fracos) é de 40%.

Na literatura, as conclusões a respeito da razão dos músculos extensores e flexores de joelhos, não lesionados, estão em torno de 55% e 77% (GRACE, 1984). Foi apresentado que em joelhos, do membro dominante e sem lesão, de jogadores de futebol americano a razão antagonista/agonista era de 67% e 82% nas velocidades, respectivamente, de 90°/seg e 300°/seg num aparelho isocinético (STAFFORD, 1984). Foi mostrado que, nos indivíduos com insuficiência de ligamento cruzado anterior (LCA) a relação flexora/extensora era de 66% e 82% nas velocidades, respectivamente, de 60º/seg e 180°/ seg num aparelho isocinético (HARILAINEN, 1995).

 

Avaliação Muscular no joelho

Uma das formas mais diretas e eficazes de se analisar o equilíbrio da musculatura do joelho é a avaliação isocinética. O aparelho isocinético se caracteriza por ser um dinamômetro eletromecânico computadorizado. O indivíduo realiza um esforço muscular máximo ou submáximo que se ajusta à resistência do aparelho. Este se caracteriza por possuir velocidade angular constante, podendo ser realizada ao longo da amplitude articular. A força exercida pelos grupos musculares varia durante os ângulos do movimento, devido ao seu braço de alavanca que se altera conforme a amplitude do mesmo. Tem-se, então, o chamado momento angular de força ou torque. A resistência oferecida também é variável conforme a força realizada em cada ponto da amplitude articular. Mas a velocidade angular se demonstra constante, em graus por segundo (°/seg), definida previamente pelo examinador (Puhl, 1988). O aparelho isocinético é um recurso valioso, podendo ser indicado tanto para a avaliação do equilíbrio funcional muscular, como também para a reabilitação das lesões do aparelho locomotor.

Porém, com dados advindos do teste de carga máxima, realizado na sala de musculação, pode ser feita à razão dos músculos extensores/flexores do joelho. Contudo, deve se tomar alguns cuidados:

1)     Saber a característica do torque produzido por cada aparelho de musculação, juntamente com o valor da resistência externa, proporcionada pela mesma. Pois não podemos, basicamente, ter como referência o peso (kg) selecionado na máquina se os torques das mesmas forem de características diferentes.

2)     No teste de carga máxima, procurar orientar os atletas para realizarem os movimentos com velocidade a mais “constante possível”, para tentar evitar o efeito da aceleração na produção de força.

Esse não é uma maneira tão fidedigna quanto a avaliação isocinética, mas se torna fácil e de possíveis condições para qualquer clube ou profissional no âmbito do futebol. O que não podemos é nos descuidar da questão do equilíbrio muscular, e por ventura chegar a “perder” algum atleta por negligencia profissional.

Considerações finais

Pretende-se através desta breve revisão demonstrar a importância da busca e da manutenção do equilíbrio muscular da articulação do joelho. Fator considerado preponderante, a fim de se alcançar um alto nível tanto de treinamento como de atleta.

Sugere-se que clubes de futebol invistam em aparelhos e pesquisas que ajudem a encontrar formas cada vez melhores de se obter, sempre, um rendimento ideal de seus atletas. Assim, comissões técnicas poderiam realizar amplos estudos de seus atletas, desenvolvendo-o cada vez mais, para se alcançar verdadeiramente um desportista de alto rendimento.



 Escrito por Rubio Alencar às 10h05 [] [envie esta mensagem] []






FC BARCELONA TATICS UNDER PEP GUARDIOLA

 

OBS: EXPANDIR VÍDEO PARA TAMANHO TELA CHEIA

 



 Escrito por Rubio Alencar às 02h43 [] [envie esta mensagem] []






Falta de fortalecimento muscular na região da bacia pode prejudicar o quadril‏

Musculatura fraca é responsável por lesões

O quadril, na verdade, é uma articulação formada pela união entre a pelve e o fêmur, o osso da coxa. Um estudo publicado este ano na revista Sports Health por pesquisadores da Universidade de Calgary, Canadá, culpa o quadril por boa parte das lesões nos joelhos e abaixo deles sofridas por corredores. A pesquisa diz que até problemas como a tendinite de Aquiles e dores na sola do pé têm muito mais a ver com a falta de fortalecimento da musculatura da bacia do que com quantos quilômetros o atleta corre.

Os músculos dessa região são responsáveis pela estabilização da perna durante a corrida. Se estão enfraquecidos ou ficam fatigados facilmente, há menos controle da perna e o risco de se machucar aumenta, afirma Reed Ferber, diretor da Clínica de Lesões causadas pela Corrida da universidade. "Vários trabalhos já mostraram que mais de 70% dos corredores têm alguma lesão a cada ano e mais de 80% delas ocorrem abaixo do joelho", afirma.

 A falta de fortalecimento muscular na região da bacia aumenta a força sobre os joelhos e os pés quando o atleta está correndo. Depois de 4 a 6 semanas de musculação, 22 dos 24 corredores estudados aumentaram entre 35% a 51% a força do abdutor do quadril e disseram sentir menos dor. "Isso mostra o quanto esse tipo de trabalho é importante não só para a reabilitação do atleta, mas para a redução do risco de lesões."  Quer evitar dores nessa área? Faça 3 séries de 10 repetições cada de exercícios específicos para o quadril.

As mais comuns

 A grande maioria das lesões que afetam a bacia são resultado de distensões musculares, como é o caso da tendinite do quadril. Uma pesquisa feita em julho no Brasil com corredores amadores revelou que as mulheres são as mais afetadas pelo problema: 10% delas afirmaram sofrer do mal, enquanto apenas 4% dos homens que correm regularmente disseram ter sido prejudicados por ele. "As distensões afetam principalmente corredores de longa distância e aqueles que fazem muitas provas de intensidade alta, por exemplo, que incluem subidas", esclarece o ortopedista. "Diante da distensão, o atleta deve repousar o músculo afetado. Se continuar a movimentá-lo, pode agravar o problema e aumentar a dor", recomenda Wever. Não faça uso de bolsa de água quente. O ideal é aplicar gelo no local a cada duas horas, entre 20 e 30 min, por até 48 horas.

Conheça outros problemas que afetam a bacia do corredor

Bursite trocantérica: é causada pelo atrito repetido do músculo tensor da fáscia lata sobre o trocânter maior do fêmur, que corresponde a parte lateral da coxa, próxima à bacia. "O fato de o músculo raspar (atritar) repetidas vezes contra o trocânter leva a uma inflamação que pode ser muito dolorosa", explica Wever. Mulheres são mais afetadas pelo problema devido à forma da pelve, mais larga que a dos homens. "A bursite pode estar associada ou ser confundida com inflamações dos tendões e músculos dessa região, quadros conhecidos como tendinites." O médico afirma que quem está com bursite deve, em primeiro lugar, interromper os treinos, porque é a corrida, afi¬nal, que gera o atrito. O tratamento também inclui uso de medicamentos. "Para que o corredor não perca condicionamento físico, ele pode optar pela natação, ideal nesse caso. A bicicleta ergométrica não é indicada porque ela gera um atrito semelhante ao da corrida."

Pubalgia: essa dor no púbis, o osso que fica no final do músculo do abdômen e faz parte do quadril, é uma das grandes causas de afastamento dos treinos. Afeta principalmente maratonistas e corredores de aven¬tura do sexo masculino. A bacia das mulheres se adapta melhor aos impactos desses esportes. A lesão pode ter diferentes causas: do uso de tênis ruins ao excesso de treinamento em pisos duros. Quanto mais tempo levar para o início do tratamento, mais demorada será a recuperação. Para os especialistas, a pubalgia é uma das lesões mais chatas, porque tem um diagnóstico complicado e tem tratamento difícil. Se não corrigida completamente, pode se tornar crônica e atrapalhar, e muito, a carreira do atleta.

Fratura por estresse: mais frequente em mulheres, afeta especialmente os corredores de longa distância. "O grupo mais susceptível a essa fratura são os novatos que começam a aumentar a sua quilometragem, intensidade ou frequência do treino de forma abrupta", explica Wever. Geralmente ocorrem na cabeça do fêmur, a região mais frágil desse osso. Essa área é submetida a forças enormes durante a corrida. Após milhares de repetições desse movimento, o osso pode sofrer uma fissura. O principal sintoma é a dor.

Dicas

Alongue antes e depois dos treinos.
Utilize tênis adequados para o seu tipo de pisada.
O descanso é tão importante quanto os treinos. Dê a devida atenção a ele.
Respeite os seus limites. Pegar pesado nos treinos não significa que você chegará mais rápido.
Se sentir muita dor, coloque gelo e procure um especialista antes de voltar a correr.
Preste atenção à sua postura quando estiver correndo.

Exercícios que vão fortalecer o seu quadril

O professor e coordenador de musculação e corrida Cacau Almeida,preparou um treino para fortalecer essa região. Faça 3 séries de 12 a 15 repetições no início. Quando o exercício se tornar muito fácil, aumente a carga. Faça este treino em dias alternados.

1. AVANÇO ALTERNADO DUMBELLS
Em pé, faça uma flexão do quadril/joelho e projete um passo à frente. Com a coluna reta, faça força para voltar à posição inicial, estendendo o quadril e o joelho.

2. FLEXÃO DO QUADRIL NA POLIA BAIXA
Em posição de avanço, coloque uma tornozeleira no pé que está atrás e prenda na polia baixa. Flexione o quadril com a perna de apoio fazendo a flexão do joelho (movimento próximo do que se utiliza na corrida). Se não estiver treinando em uma academia, você pode usar caneleiras.

3. EXTENSÃO DO QUADRIL NA POLIA MÉDIA
Com uma das pernas apoiadas no chão, mantenha a outra perna flexionada a 90° (o pé deve ficar na alça da polia). Estenda o joelho (movimento de força contrário ao exercício anterior), levando a perna para trás.

4. LEG PRESS NA MÁQUINA COM PLIOMETRIA
Apoie os pés e deixe que apenas as pernas façam o movimento de empurrar o aparelho com força. Quando estiver com as pernas quase estendidas, empurre com os pés, como se estivesse fazendo um salto. Volte à posição inicial bem devagar e repita o exercício.

5. ADUÇÃO NA CANELEIRA
Deite-se de lado e flexione a perna que está por cima. Com a outra perna, faça a adução do quadril sem deixar que o joelho estenda.

6. ABDUÇÃO NA CANELEIRA
Deite-se de lado e deixe a perna que está por cima fazer a abdução do quadril, mantendo o joelho flexionado. 7. AGACHAMENTO FIT BALL EM ISOMETRIA
Apoie a lombar no fit ball, mantendo a bola encostada na parede. Flexione os joelhos até formarem um ângulo de 90º e mantenha essa posição por 30s.

8. ELEVAÇÃO DO QUADRIL
Deite-se de barriga para cima e mantenha os joelhos flexionados e os pés afastados na largura do quadril. Coloque um peso (anilha, caneleiras...) sobre o quadril e eleve a pelve, contraindo bem os glúteos. Na volta, não deixe os glúteos tocarem o chão.

 
Referências:

Cramer et al (2004). Acute effects of static stretching on peak torque in women. J. of Strength and Conditioning Research, 18(2), 236-241.

Egan et al (2006). Acute effects of static stretching on peak torque and mean power output in national collegiate athletic association division I women’s basketball players. J. of Strength and Conditioning Research, 20(4), 778-782.

Little & Williams (2006). Effects of differential stretching protocols during warm-ups on high-speed motor capacities in professional soccer. J. of Strength and Conditioning Research 20(1), 203-207.

Bacurau et al (2009). Acute effect of a dynamic and a static flexibility exercise bout on flexibility and maximum strength. J. of Strength and Conditioning Research, v23, 304-308.



 Escrito por Rubio Alencar às 11h09 [] [envie esta mensagem] []






A fisiologia da tática: ganha quem corre mais ou quem joga mais?

 
Fadiga dos jogadores não está associada a um motivo exclusivo: "correr sem significado" não tem o mesmo desgaste do "correr com significado"
Diversas são as investigações científicas que buscam compreender a fadiga do jogador de futebol durante as partidas.

Em geral, tem se tentado associar uma possível queda de desempenho dos jogadores a fatores que vão desde o estado nutricional dos atletas até a melhor distribuição de cargas de treino ao longo dos dias de trabalho.

Um dos vilãos mais comumente apontados pela literatura especializada é o decréscimo nas reservas de glicogênio nos músculos envolvidos nas ações dos jogadores no jogo. Os principais argumentos para sustentar essa idéia (do vilão glicogênio) agrupam-se em análises que quantificam o glicogênio muscular pré e pós-partidas (e ainda intervalos dos jogos) e em rastreamentos que buscam apontar a diminuição das distâncias percorridas durante os jogos em “sprints” e em volume total.

Segundo Reilly, Drust, Clarke (2008), diversos estudos têm concordado que comparado ao 1º tempo de uma partida, o 2º tempo tem uma distância média percorrida pelos jogadores, menor. Os pesquisadores Mohr, Krustrup, Bangsbo (2003), por exemplo, apontam que em jogos analisados no seu estudo a distância percorrida pelos jogadores no 1º tempo foi em média 160 metros maior do que no 2º tempo.

Exceto no último jogo entre as equipes do Chelsea FC e do FC Barcelona em Londres, todas as demais partidas tiveram uma diminuição na distância total percorrida pelas equipes do 1º para o 2º tempo. Notemos que em média a variação dessa distância esteve em torno de -3.94%, tendo seu maior valor alcançado pela equipe do Manchester United em sua segunda partida contra a equipe do Arsenal FC (-9.04%).

Vale a pena destacar, porém, que estatisticamente as pesquisas científicas que têm investigado as distâncias percorridas pelos jogadores em partidas de futebol no mundo todo não têm encontrado diferenças significantes (sob o ponto de vista estatístico) entre os valores obtidos nos 1º e 2º tempos dos jogos.

Quando observamos a diferença entre as distâncias percorridas em alta intensidade, a variação percentual entre os dois tempos da partida de futebol aumenta. Com base em Barros et al (2007) que observou jogos entre equipes brasileiras, ela chega a -15.73% para corridas entre 19 km/h e 23 km/h, e aproximadamente -10.82% para sprints com velocidade igual ou superior a 23 km/h.

Concomitantemente a esses fatos, estudos têm demonstrado que comparada as condições iniciais, a quantidade de glicogênio muscular de jogadores após partidas de futebol tem uma diminuição significante; cerca de -43.20% na média.
 
 Com diminuição tão acentuada na quantidade total de glicogênio muscular, com o fato de que seu restabelecimento dar-se-á através do consumo de carboidratos e que o preenchimento total dos estoques nos músculos pode levar mais do que 72 horas (algumas pesquisas apontam 48 horas, mas estudos específicos com jogadores de futebol têm demonstrado que esse tempo é maior após o desgaste de um jogo de 90 minutos), deveríamos acreditar realmente que a escassez nesse “combustível” por parte de uma equipe a levaria a drásticas consequências em uma partida de futebol.

Mas vamos aos fatos. A outros fatos.

Em 1982, os jogadores da seleção de futebol do Kuwait, então dirigido por Carlos Alberto Parreira, por ocasião do Ramadã, mergulharam em períodos de jejum total durante a Copa do Mundo da Espanha, sendo mais problemático o realizado entre o 2º jogo (contra a França) e o 3º jogo (contra a Inglaterra) da 1ª fase da competição. Desgastada pela sequência de partidas e já em seu último confronto, os kuwaitianos em jejum enfrentaram a seleção inglesa, em um jogo em que por diversos motivos (inclusive o jejum) as apostas apontavam para um “passeio” (massacre, atropelo, etc.) dos ingleses. O resultado do jogo: Inglaterra 1 vs 0 Kuwait; e nada de passeio.

Como seria possível que o kuwaitianos tivessem jogado – sem desconsideramos suas outras limitações – em “bom nível físico”?

Obviamente, como já disse anteriormente, a fadiga de jogadores em partidas de futebol não está associada a um motivo exclusivo. O que ocorre é uma associação de fatores que juntos contribuem para a queda de performance das equipes em jogos de futebol.

Medir a performance a partir de “distância total percorrida”, “distância percorrida em alta intensidade” ou “número de sprints” durante jogos, e ainda, associá-la a este ou aquele fator, única e simplesmente, é desconsiderar por completo a essência complexa do jogo.

O “correr sem significado” não tem o mesmo desgaste do “correr com significado”; o “correr sem significado”, no âmago das coisas, não é nem de longe parecido com o “correr com significado”.

O “correr sem significado” é movimento sem sentido, enquanto que o “correr com significado” é ação com jogo.

Olhar para dados referentes às distâncias percorridas em jogo numa perspectiva complexa é entender que eles são sintomas de um jogar, e não causa do jogo.

Enquanto acreditarmos que eles são causa, continuaremos acreditando que dados relativos as distâncias percorridas em jogo e números de sprints são reflexos de uma performance ingenuamente chamada de “física”, influenciada diretamente pelos níveis de glicogênio nas fibras musculares.

Quando entendermos que eles são sim sintomas de um jogar, aí... Bom aí pode ser que já tenhamos errado o planejamento e perdido o jogo.

 
Este ano com minha equipe da ARABIA SAUDITA fiz uma pré temporada de 20 dias em pleno Hamadam, tendo que trabalhar condicionamento fisico,técnico e tatico e com quatro amistosos sendo dois jogos por semama, e contra equipes europeias. O grupo todo ficava em torno de 12 horas sem agua e comida. As 18:00 era  servida uma refeição pequena  para quebrar o longo tempo sem alimentos. A seguir iniciava o treino normalmente, e so ápos o final de todo treinamneto era servido o jantar as 21:00.  Isso foi por 30 dias seguidos, e tendo um aproveitamento otimo nos amistosos.
Agora eu me pergunto o que é o certo. Seguir uma programação de treinamento montada pelos treinadores ou seguir o regulamento da religião dos jogadores e nos amistosos aonde avaliação é total aguardar que a qualidade individual de cada jogador faça a difereça.
 

 
AMIGO muita luz,paz e harmonia para todos e uma otima temporada fiquem com DEUS
 
 
Coach Stefano Impagliazzo



 Escrito por Rubio Alencar às 10h58 [] [envie esta mensagem] []






A Importância da Recuperação Muscular no Pós-treino
Saúde & Performance - Dicas Gerais 

Uma dieta deficiente em carboidratos reduz rapidamente o glicogênio muscular e hepático e, subseqüentemente, reduz o desempenho nos exercícios intensos e de curta duração, assim como nas atividades prolongadas.

A redução do conteúdo das reservas de glicogênio (muscular/hepática) está associada à ocorrência de fadiga. Para melhorar a performance, os CHO são consumidos antes, durante e depois do exercício.A reposição do glicogênio utilizado após o exercício é um aspecto fundamental na recuperação da capacidade de endurance. A preocupação quanto ao tipo, freqüência e quantidade do consumo de CHO merece atenção, principalmente quando o indivíduo necessita de reposição rápida do estoque (entre 4 a 6 horas). Quando a reposição é considerada no contexto de 24 horas após o exercício, essas preocupações quanto a particularidades na administração do carboidrato, em geral, não se justificam.

Dada a importância dos carboidratos para a performance de exercícios aeróbios de longa duração, recomenda-se que indivíduos que se exercitam regularmente devam consumir uma dieta entre 55%- 70% de seu total calórico na forma de carboidratos.

Quanto ao tipo de carboidrato a ser consumido, glicose e sacarose são os que possuem a maior capacidade de repor glicogênio muscular quando comparados com a frutose, nas 6 primeiras horas após o exercício em virtude de seu elevado índice glicêmico. Essas refeições se revelam extremamente eficazes com uma dose de 0,7 g/Kg de peso corporal, quando feitas a cada duas horas, no transcorrer das seis horas após o exercício.

O crescimento muscular ocorre em três fases:

1. Estimulação: O stress, causado durante o treinamento pelas sobrecargas metabólicas e tensionais, provoca microlesões nos músculos envolvidos que caracterizam a estimulação.

2. Recuperação: envolve tanto a reparação dessas microlesões como também o restabelecimento energético num patamar superior ao anterior. Esta fase de recuperação é fundamental para o desenvolvimento muscular afim de se preparar para estímulos subseqüentes mais intensos. Se o atleta não estiver completamente recuperado e houver fornecimento de nova sobrecarga, a musculatura responderá de maneira negativa desfavorecendo o desenvolvimento muscular. Em se tratando do treinamento de hipertrofia muscular, acredita-se que a recuperação ocorra entre 48 e 72 horas, considerando uma alimentação adequada e outros fatores, tais como o descanso.

3. Crescimento: O processo de crescimento muscular, portanto, ocorre em sua maior parte não durante o treinamento e sim no período de descanso.A síndrome do overtraining se manifesta primariamente no sistema nervoso, depois alcançando o sistema muscular.

Recuperação pós-exercício:

Imediatamente após o exercício: 1 a 2 horas após do treino, os músculos que estavam ativos se preparam para restabelecer a energia gasta e maximizar a entrada de nutrientes. Este é o estado em que o corpo se encontra mais receptivo à absorção e armazenamento de energia.

Geralmente o corpo experimenta uma diminuição natural de insulina circulante durante o exercício, esta situação é superada por uma mudança nas células do músculo exercitado. Acredita-se que durante o exercício físico uma determinada proteína presente na membrana da célula é ativada por gatilhos de receptores de insulina, permitindo que a glicose entre na célula sem depender da insulina, este fenômeno é conhecido como fase insulino-independente.Esta fase ocorre até duas horas após a atividade física.

Quando consumimos um alimento, a insulina é lançada no organismo, mas quando é lançada na fase insulino-independente teremos dois mecanismo que agem para levar nutrientes para as células do músculo trabalhado. Ambos os processos fazem com que os nutrientes entrem nas células mais rapidamente, neste período importante para a recuperação.

Estudos demonstram que uma dieta adequada em carboidratos e proteínas cria uma resposta insulínica mais eficiente na recuperação do glicogênio muscular e para o anabolismo.

Síntese de glicogênio muscular

Em média, apenas 5% do glicogênio muscular utilizado durante o exercício é ressintetizado a cada hora após o exercício. Da mesma forma, para que a restauração seja total, são necessárias pelo menos 20h após a prática de exercícios intensos, desde que sejam consumidos carboidratos em quantidades adequadas.

Durante dias consecutivos de competição, ou de treinamento intenso, recomenda-se que os atletas consumam carboidratos entre 15 a 30 minutos após o exercício com porções adicionais a cada 2-3h.

No caso de treinos de endurance, a restauração do glicogênio muscular é um fator fundamental para o rápido restabelecimento da capacidade de realizar o exercício. Mesmo sem a ingestão de carboidratos, a reposição do glicogênio muscular pode ocorrer a partir da reutilização do lactato produzido durante o exercício intenso (o processo de recuperação ativa potencializa essa conversão). Acredita-se, porém, que a contribuição do lactato é pouco significativa para a recuperação do glicogênio muscular como um todo.

Referências bibliográficas

TERJUNG, Ronald L. Adaptações Musculares ao Treinamento Aeróbio. Gatorade sports science institute sports science exchange 14. Novembro/Dezembro - 1997.

COYLE, Edward F. Carboidratos e Desempenho Atlético. Gatorade sports science institute sports science exchange 09. Janeiro/Fevereiro - 1997.

RANKIN, Janet Walberg. Efeito da ingestão de carboidratos no desempenho de atletas em exercícios de alta intensidade. Gatorade sports science institute sports science exchange 30. Julho/Agosto/Setembro - 2001.

BACURAU, Reury Frank. Nutrição e suplementação esportiva-, Phorte Editora, 2000.

KATCH, Frank I. & MCARDLE, William D. Nutrição, exercício e saúde., Ed Medsi, 4ªed, 1996.

WOLINSKY , Ira; HICKSON James F. Nutrição no exercício e no esporte, ED. ROCA, 2ª ed, 1996

 
Coach Stefano Implagliazzo



 Escrito por Rubio Alencar às 14h31 [] [envie esta mensagem] []






Entrevista para o Blog Coach Zone

Leia na íntegra a entrevista feita pelo Blog Coach Zone sobre modelos de jogo e também falando um pouco sobre minha carreira e minha ligação com o futebol profissional.

http://thecoachzone.blogspot.com/2011/09/entrevista-al-profesor-rubio-alencar.html

 



 Escrito por Rubio Alencar às 14h08 [] [envie esta mensagem] []






ENTREVISTA PARA A TV TEM AFILIADA DA REDE GLOBO DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO E REGIÃO, NO JOGO AMISTOSO CONTRA O MIRASSOL F.C.



 Escrito por Rubio Alencar às 21h37 [] [envie esta mensagem] []






CAMPANHA NA EQUIPE DO OLÍMPIA F.C. NA SEGUNDA DIVISÃO PAULISTA 2011

 

TERMINAMOS O PRIMEIRO TURNO DE CLASSIFICAÇÃO NO GRUPO 2 DA SEGUNDA DIVISÃO PAULISTA EM TERCEIRO LUGAR COM 11 PONTOS, ATRÁS DO OLÉ BRASIL COM 12 PONTOS EM SEGUNDO E BARRETOS COM 14 PONTOS EM PRIMEIRO.

TEMOS UM APROVEITAMENTO DE 61,1% DOS PONTOS DISPUTADOS DEPOIS DE 6 JOGOS E AINDA TENDO MAIS 6 PARTIDAS A SEREM DISPUTADAS ATÉ O FINAL DO RETURNO, ONDE DESTES 6 JOGOS TEREMOS 3 JOGOS EM CASA ( OLÉ BRASIL, GUARIBA E AMÉRICO BRASILIENSE), E MAIS 3 JOGOS FORA (JABOTICABAL, MATONENSE E BARRETOS).

COM 10 GOLS MARCADOS E 4 GOLS SOFRIDOS, NOSSA EQUIPE TEM UM SALDO DE 6 GOLS E ESTAMOS ENTRE OS 10 TIMES COM MELHORES SALDOS DE GOLS DO CAMPEONATO, SENDO QUE NOSSA DEFESA É UMA DAS MENOS VAZADAS.

PORTANTO ESTAMOS FINALIZANDO O PRIMEIRO TURNO NUMA BOA SITUAÇÃO E TEMOS EXCELENTES POSSIBILIDADES DE PODER SUBIR PARA A SÉRIE A3 DO CAMPEONATO PAULISTA EM 2011.

VAMOS TRABALHAR CADA VEZ MAIS NESTE OBJETIVO DE LEVAR O OLÍMPIA PARA A SÉRIE A3 DO CAMPEONATO PAULISTA 2012 !!!!!


 



 Escrito por Rubio Alencar às 21h30 [] [envie esta mensagem] []






GOLS DO JOGO OLÉ BRASIL 0 X 3 OLIMPIA PELA SEGUNDA DIVISÃO DO PAULISTA 2011



 Escrito por Rubio Alencar às 21h18 [] [envie esta mensagem] []






Divulgação do trabalho realizado no Olimpia F.C.

Matérias veiculadas nos canais de imprensa digital

 

http://www.futebolinterior.com.br/segundona/news.php?id_news=177753

 

http://www.futebolinterior.com.br/segundona/news.php?id_news=177710

 

http://www.futebolinterior.com.br/segundona/news.php?id_news=177403&id_clube=55&clube=Ol%C3%ADmpia

 

http://www.futebolinterior.com.br/segundona/news.php?id_news=176962&id_clube=55&clube=Ol%C3%ADmpia

 

http://www.futebolinterior.com.br/segundona/news.php?id_news=176962&id_clube=55&clube=Ol%C3%ADmpia

 

http://www.futebolinterior.com.br/segundona/news.php?id_news=176161

 

http://www.futebolpaulista.com.br/info_texto.php?cod=47769

 





 Escrito por Rubio Alencar às 19h52 [] [envie esta mensagem] []






AVALIAÇÃO FÍSICA DOS JOGADORES DO OLIMPIA F.C.



 Escrito por Rubio Alencar às 21h11 [] [envie esta mensagem] []








 Escrito por Rubio Alencar às 21h10 [] [envie esta mensagem] []








 Escrito por Rubio Alencar às 21h07 [] [envie esta mensagem] []








 Escrito por Rubio Alencar às 20h56 [] [envie esta mensagem] []




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