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Creatina Quínase (ck) e Esportes A Creatina Quinase (CK) é uma enzima intracelular, ou seja, está localizada no interior da fibra muscular. Quando se realiza exercícios físicos, especialmente com ações excêntricas não-habituais (ações excêntricas recrutam menos fibras musculares do que ações concêntricas), pode-se causar micro-lesões nas fibras musculares. Essas Microlesões provocam o “extravasamento” da CK de dentro para fora da fibra muscular, sendo esta enzima detectada no sangue (plasma).Hoje em dia está se tornando comum o monitoramento do estado de treinamento do atleta através do uso desta enzima, especialmente em jogadores de futebol. Recentemente, em uma reportagem ao programa globo esporte, foi mencionado que o Corinthians utiliza a CK para monitorar o desgaste físico dos atletas. Além do Corinthians, vários outros clubes também utilizam a CK com esse intuito. Porém, deve-se ter cautela quanto a utilização deste e de outros marcadores de desgaste físico, pois existem muitas variáveis relacionadas a utilização desta enzima como marcador de treinamento. O primeiro passo é detectar qual é o valor basal desta enzima em cada atleta, ou seja, deve-se fazer uma coleta de sangue antes do início da temporada, pois só assim se pode “comparar” os resultados da CK em uma fase de treinamento intensa. Os valores de CK não devem ser comparados entre diferentes atletas, pois existe uma grande variabilidade entre indivíduos diferentes. Ou seja, dentro de um grupo homogêneo de atletas que pratiquem o mesmo esporte, tenham a mesma idade e estilo de vida, a CK pode variar muito de indivíduo para indivíduo. Como exemplo, durante meu mestrado, nós fizemos o acompanhamento de uma equipe feminina de vôlei, utilizando a CK como um dos marcadores de treinamento. As meninas moravam juntas, treinavam e estudavam juntas e tinham uma alimentação bem parecida, mas mesmo assim existiam grandes diferenças nos valores basais de CK entre elas, sendo que algumas possuem valores inicias de CK por volta de 50 U/L, enquanto outras apresentavam valores basais de aproximadamente 200 U/L. Valores elevados de CK são encontrados após a realização de um protocolo de exercícios intensos, ou durante um período de treinamento intenso em atletas de alto rendimento. Estudos têm demonstrado aumentos da CK após a realização de uma sessão de exercícios resistidos e/ou treinos específicos em vários esportes. De uma maneira geral, a CK tem seu pico (valores máximos) após 48/72 horas da realização de exercícios intensos, demorando em média 7 dias para retornar a valores basais. O não conhecimento deste fato talvez seja um dos principais motivos de erros na interpretação dos resultados desta enzima. Muitas vezes o fisiologista entende que os altos valores de CK são em decorrência de um quadro de desgaste físico, porém esses valores elevados podem ser uma adaptação “natural” da ultima sessão de treino (efeito da sessão aguda) e não de um estado de treinamento. SUGESTÕES DE LITERATURA Escrito por Rubio Alencar às 15h19
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Desequilíbrio muscular no futebol Diversas manifestações de equilíbrio estão constantemente presentes no jogo de futebol. Esse esporte possui, na sua essência e estrutura, uma característica que se determina pelo equilíbrio entre a ordem e a desordem, o conhecimento e o desconhecimento. Nesse mesmo conceito, para uma ideal prática desportiva, temos a importância da manutenção do equilíbrio dos músculos agonistas/antagonistas de diversas articulações do corpo humano. Um exemplo está na manutenção da razão entre a força muscular dos extensores/flexores do joelho. Fator esse essencial a fim de se buscar uma excelente forma física e tornar mínimos os riscos de lesões para o atleta de futebol. Assim, o escopo dessa revisão está em expressar a importância do equilíbrio muscular nos aspectos de treinamento desportivo, na razão entre flexores e extensores de joelho e na avaliação do atleta de futebol. Introdução No decurso da sua existência, o futebol vem sido ensinado, treinado e pesquisado em torno de diferentes perspectivas, nas quais estão implícitas distintas abordagens e concepções dessemelhantes com relação ao conteúdo do jogo e das peculiaridades dos métodos no processo ensino-treino (GARGANTA, 1997). Dentre essas diversas possibilidades de interpretação do futebol, há uma constante ocorrência de situações que oferecem risco ao atleta. O não cuidado com detalhes e particularidade no processo de treino-aprendizagem pode conduzir o atleta a um estado crítico ou iminente a lesão. Silva et al (2005) afirmam que o futebol é responsável pelo maior número de lesões desportivas do mundo. Estima-se que essas lesões são responsáveis por 50 a 60% das lesões esportivas na Europa e que 3,5 a 10% dos traumas físicos tratados em hospitais europeus são causados pelo futebol. Dentre as causas pode estar o desequilíbrio entre músculos extensores e flexores, principalmente da articulação do joelho. Equilíbrio é um conceito relacionado ao estado de um sistema (conjunto de elementos interconectados harmonicamente, de modo a formar um todo organizado) ou mais sistemas no qual não ocorrem mudanças no total que possam ser observados claramente, ou seja, no qual cada alteração está compensada por outra complementar. O conceito de equilíbrio funcional da estrutura musculotendínea reflete um parâmetro importante na adequada realização da pratica de esportes (Terreri, 2001). Por causa de prevenção de lesão, toma-se o cuidado em controlar a razão da força muscular em articulações, como o joelho. Este que se caracteriza como a articulação que mais sofre lesão no futebol. O joelho, por ser uma estrutura altamente solicitada e exposta a traumas (freqüentemente lesado), sendo a ruptura do ligamento cruzado anterior uma das lesões mais comuns. A evolução natural das lesões ligamentares pode afetar a prática do esporte competitivo e o correto diagnóstico e tratamento destas lesões podem proporcionar um retorno do atleta ao seu nível prévio de atividade.
Treinamento físico de alto rendimentoUma das grandes mudanças ocorridas durante a evolução do futebol está na condução do treinamento físico. Dentre essas grandes mudanças encontramos o incremento e a utilização do treinamento de força na sala de musculação. A fim de se buscar um atleta forte, explosivo e capaz de suportar as distintas cargas impostas, sobre ele, no jogo de futebol. Porém acabamos “fascinados” com as possibilidades de acréscimo na força do atleta que por ventura, ou falta de instrução, acabamos esquecendo os riscos que uma má periodização ou metodologia aplicada pode causar para com o mesmo. Dentre outros, temos o desequilíbrio entre os músculos extensores/flexores do joelho, causado por métodos de treinamento que não são construídos à luz de preceitos científicos. O atleta de futebol, por características de sua modalidade, necessita ter elevada potência nos membros inferiores, a fim de proporcionar uma grande capacidade de força explosiva e aceleração. Além disso, ter que executar com propriedade diversas habilidades motoras como: saltar, chutar, passar, etc. Há a necessidade, portanto, de se “obter” um atleta com o quadríceps potente para superar as demandas físicas da modalidade. Sendo nesse ponto, talvez, que preparadores físicos se alicerçam quando escolhem aparelhos que enfatizam basicamente, ou apenas, o músculo de extensão de joelho. Esquecendo do seu antagonista, os isquiotibiais. Criando, assim, um desequilíbrio entre a força produzida para estender e flexionar o joelho. No entanto, tem-se a necessidade de isquiotibiais fortes o suficiente para suportar uma grande força excêntrica causada pelo seu antagonista no momento da extensão do joelho. Como em movimentos de chute, arrancadas, velocidades, etc. Por isso a obrigação de uma musculatura de isquiotibias bem desenvolvida, a fim de se prevenir lesão musculares (distensões, rupturas de ligamentos,...). Portanto, devemos ter cuidado em escolher os exercícios e os aparelhos de musculação corretos, para proporcionar um treinamento ideal. Ao determinar exercícios de cadeia cinética aberta, precisamos ter o cuidado em escolher aparelhos que proporcionem torques de resistência, de certa forma, específicos com relação as exigência muscular que a partida de futebol determina. Com isso, os exercícios na sala de musculação produziram o mesmo toque, ou seja, o torque máximo ocorrerá no mesmo comprimento muscular que os movimentos do esporte estabelecem. A característica da roldana a ser utilizada, principalmente para as articulações do joelho e do quadril, deve representar a mesma exigência, com relação ao comprimento muscular, que o futebol determina. Deste modo, fornecer o mesmo torque de resistência que o movimento no desporto oferece, evitando o desequilíbrio muscular. Roldanas que produzem, por exemplo, torques de resistência crescente não são recomendadas para o aparelho de flexão do joelho. Pois os isquiotibiais necessitam ser expostos a maiores cargas no seu maior comprimento muscular, ou seja, no início do movimento e/ou no final da extensão do joelho. A fim de se prevenir o seu encurtamento, distensões e a excessiva translação anterior do fêmur (ruptura do LCA). Por outro lado, roldanas que produzem torque de resistência decrescente, não são indicadas para o aparelho de extensão de joelho. Visto que o comprimento muscular mais exigido no quadríceps é no final da extensão, para movimentos como chutar, saltar e arrancar. Além de se ocorrer uma maior estabilização da patela nos últimos 30° de extensão, por causa de um fortalecimento maior dos vastos (mediais e laterais) a partir dessa angulação. O equilíbrio entre quadríceps/isquiotibiais torna-se um dos principais cuidados, junto com o tipo de roldana, que se deve ter na utilização dos aparelhos de musculação no futebol. A razão entre esses dois grupos musculares se torna um indicador de futuras lesões nos mesmos, tanto para distensões como para ruptura de ligamentos. Lesão essa constantemente presente no futebol. Nesse desporto, observa-se a ruptura do ligamento cruzado anterior quando o quadríceps é fortemente contraído (após um salto, chute no vazio,...). A sua ruptura pode, igualmente, ocorrer nos entorses de joelho, por exemplo, quando ocorre a rotação do joelho com o pé fixo no solo. Por isso, a necessidade de se buscar e controlar o equilíbrio dos músculos flexores e extensores do joelho.
Razão em extensores/flexores do joelhoUma simples divisão entre o valor do agonista e do antagonista, seja relacionado ao pico de torque, potência ou a força máxima, expresso em percentagem pode nos fornecer o grau de equilíbrio do atleta. Deste modo, representa a proporção entre os grupos antagonistas/agonistas. Mostra-se útil nos indivíduos que tiveram lesão do aparelho locomotor (TERRERI, 2001). Por exemplo, no joelho a relação entre o pico de torque dos flexores/extensores está por volta de 60% (TERRERI, 1999). Portanto, a diferença entre os extensores (mais fortes) e os flexores (mais fracos) é de 40%. Na literatura, as conclusões a respeito da razão dos músculos extensores e flexores de joelhos, não lesionados, estão em torno de 55% e 77% (GRACE, 1984). Foi apresentado que em joelhos, do membro dominante e sem lesão, de jogadores de futebol americano a razão antagonista/agonista era de 67% e 82% nas velocidades, respectivamente, de 90°/seg e 300°/seg num aparelho isocinético (STAFFORD, 1984). Foi mostrado que, nos indivíduos com insuficiência de ligamento cruzado anterior (LCA) a relação flexora/extensora era de 66% e 82% nas velocidades, respectivamente, de 60º/seg e 180°/ seg num aparelho isocinético (HARILAINEN, 1995).
Avaliação Muscular no joelhoUma das formas mais diretas e eficazes de se analisar o equilíbrio da musculatura do joelho é a avaliação isocinética. O aparelho isocinético se caracteriza por ser um dinamômetro eletromecânico computadorizado. O indivíduo realiza um esforço muscular máximo ou submáximo que se ajusta à resistência do aparelho. Este se caracteriza por possuir velocidade angular constante, podendo ser realizada ao longo da amplitude articular. A força exercida pelos grupos musculares varia durante os ângulos do movimento, devido ao seu braço de alavanca que se altera conforme a amplitude do mesmo. Tem-se, então, o chamado momento angular de força ou torque. A resistência oferecida também é variável conforme a força realizada em cada ponto da amplitude articular. Mas a velocidade angular se demonstra constante, em graus por segundo (°/seg), definida previamente pelo examinador (Puhl, 1988). O aparelho isocinético é um recurso valioso, podendo ser indicado tanto para a avaliação do equilíbrio funcional muscular, como também para a reabilitação das lesões do aparelho locomotor. Porém, com dados advindos do teste de carga máxima, realizado na sala de musculação, pode ser feita à razão dos músculos extensores/flexores do joelho. Contudo, deve se tomar alguns cuidados: 1) Saber a característica do torque produzido por cada aparelho de musculação, juntamente com o valor da resistência externa, proporcionada pela mesma. Pois não podemos, basicamente, ter como referência o peso (kg) selecionado na máquina se os torques das mesmas forem de características diferentes. 2) No teste de carga máxima, procurar orientar os atletas para realizarem os movimentos com velocidade a mais “constante possível”, para tentar evitar o efeito da aceleração na produção de força. Esse não é uma maneira tão fidedigna quanto a avaliação isocinética, mas se torna fácil e de possíveis condições para qualquer clube ou profissional no âmbito do futebol. O que não podemos é nos descuidar da questão do equilíbrio muscular, e por ventura chegar a “perder” algum atleta por negligencia profissional. Considerações finaisPretende-se através desta breve revisão demonstrar a importância da busca e da manutenção do equilíbrio muscular da articulação do joelho. Fator considerado preponderante, a fim de se alcançar um alto nível tanto de treinamento como de atleta. Sugere-se que clubes de futebol invistam em aparelhos e pesquisas que ajudem a encontrar formas cada vez melhores de se obter, sempre, um rendimento ideal de seus atletas. Assim, comissões técnicas poderiam realizar amplos estudos de seus atletas, desenvolvendo-o cada vez mais, para se alcançar verdadeiramente um desportista de alto rendimento. Escrito por Rubio Alencar às 10h05
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FC BARCELONA TATICS UNDER PEP GUARDIOLA
OBS: EXPANDIR VÍDEO PARA TAMANHO TELA CHEIA
Escrito por Rubio Alencar às 02h43
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Falta de fortalecimento muscular na região da bacia pode prejudicar o quadril Musculatura fraca é responsável por lesões Cramer et al (2004). Acute effects of static stretching on peak torque in women. J. of Strength and Conditioning Research, 18(2), 236-241. Egan et al (2006). Acute effects of static stretching on peak torque and mean power output in national collegiate athletic association division I women’s basketball players. J. of Strength and Conditioning Research, 20(4), 778-782. Little & Williams (2006). Effects of differential stretching protocols during warm-ups on high-speed motor capacities in professional soccer. J. of Strength and Conditioning Research 20(1), 203-207. Bacurau et al (2009). Acute effect of a dynamic and a static flexibility exercise bout on flexibility and maximum strength. J. of Strength and Conditioning Research, v23, 304-308. Escrito por Rubio Alencar às 11h09
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A fisiologia da tática: ganha quem corre mais ou quem joga mais? Escrito por Rubio Alencar às 10h58
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A Importância da Recuperação Muscular no Pós-treino Uma dieta deficiente em carboidratos reduz rapidamente o glicogênio muscular e hepático e, subseqüentemente, reduz o desempenho nos exercícios intensos e de curta duração, assim como nas atividades prolongadas. A redução do conteúdo das reservas de glicogênio (muscular/hepática) está associada à ocorrência de fadiga. Para melhorar a performance, os CHO são consumidos antes, durante e depois do exercício.A reposição do glicogênio utilizado após o exercício é um aspecto fundamental na recuperação da capacidade de endurance. A preocupação quanto ao tipo, freqüência e quantidade do consumo de CHO merece atenção, principalmente quando o indivíduo necessita de reposição rápida do estoque (entre 4 a 6 horas). Quando a reposição é considerada no contexto de 24 horas após o exercício, essas preocupações quanto a particularidades na administração do carboidrato, em geral, não se justificam. Dada a importância dos carboidratos para a performance de exercícios aeróbios de longa duração, recomenda-se que indivíduos que se exercitam regularmente devam consumir uma dieta entre 55%- 70% de seu total calórico na forma de carboidratos. Quanto ao tipo de carboidrato a ser consumido, glicose e sacarose são os que possuem a maior capacidade de repor glicogênio muscular quando comparados com a frutose, nas 6 primeiras horas após o exercício em virtude de seu elevado índice glicêmico. Essas refeições se revelam extremamente eficazes com uma dose de 0,7 g/Kg de peso corporal, quando feitas a cada duas horas, no transcorrer das seis horas após o exercício. O crescimento muscular ocorre em três fases: 1. Estimulação: O stress, causado durante o treinamento pelas sobrecargas metabólicas e tensionais, provoca microlesões nos músculos envolvidos que caracterizam a estimulação. 2. Recuperação: envolve tanto a reparação dessas microlesões como também o restabelecimento energético num patamar superior ao anterior. Esta fase de recuperação é fundamental para o desenvolvimento muscular afim de se preparar para estímulos subseqüentes mais intensos. Se o atleta não estiver completamente recuperado e houver fornecimento de nova sobrecarga, a musculatura responderá de maneira negativa desfavorecendo o desenvolvimento muscular. Em se tratando do treinamento de hipertrofia muscular, acredita-se que a recuperação ocorra entre 48 e 72 horas, considerando uma alimentação adequada e outros fatores, tais como o descanso. 3. Crescimento: O processo de crescimento muscular, portanto, ocorre em sua maior parte não durante o treinamento e sim no período de descanso.A síndrome do overtraining se manifesta primariamente no sistema nervoso, depois alcançando o sistema muscular. Recuperação pós-exercício: Imediatamente após o exercício: 1 a 2 horas após do treino, os músculos que estavam ativos se preparam para restabelecer a energia gasta e maximizar a entrada de nutrientes. Este é o estado em que o corpo se encontra mais receptivo à absorção e armazenamento de energia. Geralmente o corpo experimenta uma diminuição natural de insulina circulante durante o exercício, esta situação é superada por uma mudança nas células do músculo exercitado. Acredita-se que durante o exercício físico uma determinada proteína presente na membrana da célula é ativada por gatilhos de receptores de insulina, permitindo que a glicose entre na célula sem depender da insulina, este fenômeno é conhecido como fase insulino-independente.Esta fase ocorre até duas horas após a atividade física. Quando consumimos um alimento, a insulina é lançada no organismo, mas quando é lançada na fase insulino-independente teremos dois mecanismo que agem para levar nutrientes para as células do músculo trabalhado. Ambos os processos fazem com que os nutrientes entrem nas células mais rapidamente, neste período importante para a recuperação. Estudos demonstram que uma dieta adequada em carboidratos e proteínas cria uma resposta insulínica mais eficiente na recuperação do glicogênio muscular e para o anabolismo. Síntese de glicogênio muscular Em média, apenas 5% do glicogênio muscular utilizado durante o exercício é ressintetizado a cada hora após o exercício. Da mesma forma, para que a restauração seja total, são necessárias pelo menos 20h após a prática de exercícios intensos, desde que sejam consumidos carboidratos em quantidades adequadas. Durante dias consecutivos de competição, ou de treinamento intenso, recomenda-se que os atletas consumam carboidratos entre 15 a 30 minutos após o exercício com porções adicionais a cada 2-3h. No caso de treinos de endurance, a restauração do glicogênio muscular é um fator fundamental para o rápido restabelecimento da capacidade de realizar o exercício. Mesmo sem a ingestão de carboidratos, a reposição do glicogênio muscular pode ocorrer a partir da reutilização do lactato produzido durante o exercício intenso (o processo de recuperação ativa potencializa essa conversão). Acredita-se, porém, que a contribuição do lactato é pouco significativa para a recuperação do glicogênio muscular como um todo. Referências bibliográficas TERJUNG, Ronald L. Adaptações Musculares ao Treinamento Aeróbio. Gatorade sports science institute sports science exchange 14. Novembro/Dezembro - 1997. COYLE, Edward F. Carboidratos e Desempenho Atlético. Gatorade sports science institute sports science exchange 09. Janeiro/Fevereiro - 1997. RANKIN, Janet Walberg. Efeito da ingestão de carboidratos no desempenho de atletas em exercícios de alta intensidade. Gatorade sports science institute sports science exchange 30. Julho/Agosto/Setembro - 2001. BACURAU, Reury Frank. Nutrição e suplementação esportiva-, Phorte Editora, 2000. KATCH, Frank I. & MCARDLE, William D. Nutrição, exercício e saúde., Ed Medsi, 4ªed, 1996. WOLINSKY , Ira; HICKSON James F. Nutrição no exercício e no esporte, ED. ROCA, 2ª ed, 1996 Escrito por Rubio Alencar às 14h31
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Entrevista para o Blog Coach Zone Leia na íntegra a entrevista feita pelo Blog Coach Zone sobre modelos de jogo e também falando um pouco sobre minha carreira e minha ligação com o futebol profissional. http://thecoachzone.blogspot.com/2011/09/entrevista-al-profesor-rubio-alencar.html
Escrito por Rubio Alencar às 14h08
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ENTREVISTA PARA A TV TEM AFILIADA DA REDE GLOBO DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO E REGIÃO, NO JOGO AMISTOSO CONTRA O MIRASSOL F.C. Escrito por Rubio Alencar às 21h37
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CAMPANHA NA EQUIPE DO OLÍMPIA F.C. NA SEGUNDA DIVISÃO PAULISTA 2011
TERMINAMOS O PRIMEIRO TURNO DE CLASSIFICAÇÃO NO GRUPO 2 DA SEGUNDA DIVISÃO PAULISTA EM TERCEIRO LUGAR COM 11 PONTOS, ATRÁS DO OLÉ BRASIL COM 12 PONTOS EM SEGUNDO E BARRETOS COM 14 PONTOS EM PRIMEIRO. TEMOS UM APROVEITAMENTO DE 61,1% DOS PONTOS DISPUTADOS DEPOIS DE 6 JOGOS E AINDA TENDO MAIS 6 PARTIDAS A SEREM DISPUTADAS ATÉ O FINAL DO RETURNO, ONDE DESTES 6 JOGOS TEREMOS 3 JOGOS EM CASA ( OLÉ BRASIL, GUARIBA E AMÉRICO BRASILIENSE), E MAIS 3 JOGOS FORA (JABOTICABAL, MATONENSE E BARRETOS). COM 10 GOLS MARCADOS E 4 GOLS SOFRIDOS, NOSSA EQUIPE TEM UM SALDO DE 6 GOLS E ESTAMOS ENTRE OS 10 TIMES COM MELHORES SALDOS DE GOLS DO CAMPEONATO, SENDO QUE NOSSA DEFESA É UMA DAS MENOS VAZADAS. PORTANTO ESTAMOS FINALIZANDO O PRIMEIRO TURNO NUMA BOA SITUAÇÃO E TEMOS EXCELENTES POSSIBILIDADES DE PODER SUBIR PARA A SÉRIE A3 DO CAMPEONATO PAULISTA EM 2011. VAMOS TRABALHAR CADA VEZ MAIS NESTE OBJETIVO DE LEVAR O OLÍMPIA PARA A SÉRIE A3 DO CAMPEONATO PAULISTA 2012 !!!!!
Escrito por Rubio Alencar às 21h30
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GOLS DO JOGO OLÉ BRASIL 0 X 3 OLIMPIA PELA SEGUNDA DIVISÃO DO PAULISTA 2011 Escrito por Rubio Alencar às 21h18
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Divulgação do trabalho realizado no Olimpia F.C. Matérias veiculadas nos canais de imprensa digital
http://www.futebolinterior.com.br/segundona/news.php?id_news=177753
http://www.futebolinterior.com.br/segundona/news.php?id_news=177710
http://www.futebolinterior.com.br/segundona/news.php?id_news=177403&id_clube=55&clube=Ol%C3%ADmpia
http://www.futebolinterior.com.br/segundona/news.php?id_news=176962&id_clube=55&clube=Ol%C3%ADmpia
http://www.futebolinterior.com.br/segundona/news.php?id_news=176962&id_clube=55&clube=Ol%C3%ADmpia
http://www.futebolinterior.com.br/segundona/news.php?id_news=176161
http://www.futebolpaulista.com.br/info_texto.php?cod=47769
Escrito por Rubio Alencar às 19h52
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AVALIAÇÃO FÍSICA DOS JOGADORES DO OLIMPIA F.C. Escrito por Rubio Alencar às 21h11
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Escrito por Rubio Alencar às 21h10
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Escrito por Rubio Alencar às 21h07
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Escrito por Rubio Alencar às 20h56
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